Por que a Conectar Editora existe?

A antiquíssima tradição hindu considera os “Vedas” incriados, eternos e que foram revelados a sábios, denominados rishis. O rishi Krishna Dwaipayana, mais conhecido como Veda Vyasa – “Vyasa” significando “editor”, “compilador” ou “codificador” –, resolveu compartilhar essas revelações no compêndio de hinos dos quatro livros que compõem os “Vedas”, sendo cada um deles supervisionado por um de seus discípulos.

Como se não fosse trabalho suficiente para uma só vida, Vyasa ainda realizou a compilação do épico “Mahabharata”, no qual relata os principais episódios da guerra que ocorreu na Terra, entre os Pandavas e os Kurus – que não eram humanos –, narrados originalmente em setenta e quatro mil versos e usados quase que somente pelos hindus eruditos. Vyasa, que era avô dos Pandavas, também compôs um outro compêndio sobre esse conflito, mas com cento e cinquenta mil versos – consistindo na introdução e os capítulos de conteúdos –, que ele ensinou ao seu filho Suka e, depois, ele o comunicou a outros dos seus discípulos que possuíam as mesmas qualificações do primeiro. Mais tarde, realizou outra versão, consistindo em seis milhões de versos, e desses, três milhões são conhecidos na “morada” (loka, em sânscrito) dos Devas, um milhão e quinhentos mil no “mundo” dos Pitris, e um milhão e quatrocentos mil entre os Gandharvas, e cem mil foram divulgados nas regiões terrestres onde existiam humanos. Narada recitou-os aos Devas, Devala aos Pitris, e Suka os difundiu para outras espécies de seres, como os Gandharvas, Yakshas e Rakshasas e, neste mundo, eles foram recitados por Vaisampayana, um dos discípulos de Vyasa.


Difícil de entender?

Não o será se admitirmos que existe um universo vizinho, o Brahmaloka ou “a morada de Brahma”, dividido em muitas lokas, sendo cada uma delas pertencente a classes distintas de “entes-demo”, com cultura e graus de compreensão específicos, e tidos como “deuses”, no passado da história da humanidade, quando habitavam ou visitavam a Terra.


Assim, desde que os humanos surgiram com o seu jeito racional e crítico de ser, que certos eventos “definidores de rumo” começaram a ocorrer no nosso universo biológico, na época invadido por essas diversas classes de seres – atualmente, isso não mais ocorre porque os portais entre os dois universos se fecharam –, e esses acontecimentos precisavam ser noticiados e explicados para diversas dessas “moradas”. Foi exatamente isso que Vyasa fez ao narrar os episódios descritos no “Mahabharata”, nas suas diversas versões.


Eis que, aproximadamente um decênio de milênio depois, surge uma editora cuja função veio encomendada nesse sentido, já que a Terra se tornou um dos centros problemáticos de um contexto que as antigas cosmogonias – atualmente classificadas como mitológicas – narravam a respeito de um “Ovo Cósmico” (a Singularidade, apontada pelos cientistas, que deu origem possivelmente não só ao nosso universo material, como também a um outro, paralelo e antimaterial), do qual emergiram três componentes: dois universos e o Criador, que “caiu” em um deles. No linguajar sânscrito, o Bhuloka consiste no universo no qual vivemos, e o Brahmaloka é o universo paralelo, no qual Brahma, o Criador, “caiu”.

Indo, porém, para o contexto fictício das obras de J. K. Rowling, sobre “Harry Potter” – onde os “magos” chamam os humanos de “trouxas”, porque estes riem jocosamente das questões que ignoram, uma vez que não sabem que os ambientes paralelos, onde vive o “povo bruxo são reais” –, constata-se que certos assuntos preciosos e aparentemente encobertos não podem mesmo interessar aos “trouxas”.


Os esforços da Conectar Editora são, portanto, no sentido de ofertar livros que tratam de assuntos antes ocultos, mas que atualmente precisam ser revelados, e se destinam aos que “buscam a verdade”, sejam os humanos “não-trouxas”, como também alguns “leitores próximos e vizinhos” – ainda que algo estranhos para a nossa lógica –, pois eles precisam desse apoio informativo.
Enfim, eis que um antigo sonho de Vyasa, o “Compilador”, agora se cumpre, e outras editoras virão se associar com a Conectar Editora, porque, afinal, há muito trabalho a ser feito. Além disso, são muitas as “moradas” que continuam aguardando que a sagacidade humana possa decifrar o que a mente cansada de alguns trilhões de seres não humanos jamais o puderam fazer.
Não foi por menos que Pitágoras afirmou: “Cabe aos humanos, cuja espécie é divina, discernir o erro e perceber a verdade”.


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